Motorista de carro de luxo que matou atropelado vigilante que ia trabalhar é preso novamente
Antônio Scelzi Netto foi indiciado pela morte do vigilante Clenilton Lemes Correia
vigilante Clenilton Lemes Correia à esquerda e Antônio Scelzi Netto à direita - Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
O motorista Antônio Scelzi Netto, de 25 anos, indiciado pela morte do vigilante Clenilton Lemes Correia, de 38 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (24), em Goiânia. A vítima foi atropelada e arrastada por mais de 200 metros quando ia para o trabalho, na GO-020. O acidente aconteceu por volta das 5h40 do dia 9 de junho, na GO-020, no Alphaville Flamboyant. A Polícia Civil (PC) concluiu que o motorista dirigia bêbado e em alta velocidade quando atropelou e matou o vigilante. Ao fim das investigações, Antônio foi indiciado por homicídio doloso.
Liberdade Inicialmente, o motorista foi preso horas após o crime, mas passou por audiência de custódia no dia 11 de junho e foi solto. A decisão levou em consideração o fato dele ter residência fixa, emprego e ser réu primário. Apesar disso, definiu regras para a liberdade de Antônio.
Nova prisão Conforme apurado pela TV Anhanguera, o Ministério Público de Goiás (MPGO) pediu uma nova análise da liberdade do motorista. A Justiça reavaliou o primeiro pedido de habeas corpus e, apesar de Antônio ter residência fixa, emprego e ser réu primário, pediu a prisão dele. “A morte da vítima, quando estava a caminho do trabalho, assumiu especial importância em razão das circunstâncias do crime: de madrugada, com embriaguez, omissão de socorro, fuga para esconder o veículo, recusa de realizar o exame de alcoolemia”, destacou o juiz Murilo Vieira.
O mandado de prisão foi cumprido pela equipe da Força Tática do 31º Batalhão da Polícia Militar (BPM), conforme obtido pela TV Anhanguera. Vídeos mostram o momento em que Antônio foi preso em casa e levado para o Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia.
Liberdade Inicialmente, o motorista foi preso horas após o crime, mas passou por audiência de custódia no dia 11 de junho e foi solto. A decisão levou em consideração o fato dele ter residência fixa, emprego e ser réu primário. Apesar disso, definiu regras para a liberdade de Antônio.
Nova prisão Conforme apurado pela TV Anhanguera, o Ministério Público de Goiás (MPGO) pediu uma nova análise da liberdade do motorista. A Justiça reavaliou o primeiro pedido de habeas corpus e, apesar de Antônio ter residência fixa, emprego e ser réu primário, pediu a prisão dele. “A morte da vítima, quando estava a caminho do trabalho, assumiu especial importância em razão das circunstâncias do crime: de madrugada, com embriaguez, omissão de socorro, fuga para esconder o veículo, recusa de realizar o exame de alcoolemia”, destacou o juiz Murilo Vieira.
O mandado de prisão foi cumprido pela equipe da Força Tática do 31º Batalhão da Polícia Militar (BPM), conforme obtido pela TV Anhanguera. Vídeos mostram o momento em que Antônio foi preso em casa e levado para o Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia.